Doom (PC) – Os polêmicos portais do Inferno que jamais se fecharam em nossas memórias

Fabio Zonatto / 16 de maio de 2017 / Análises, PC

Se o seu negócio é mesmo passar o chumbo no capiroto e sua turma, Doom com certeza é o jogo que você procura!

No início dos anos 90, o Mega Drive e o SNES já começavam a firmarem-se no que seria a célebre “Guerra dos 16 bits”. NES e Master System também seguiam firmes e fortes, bem como os bons lançamentos para os Arcades. E paralelo a tudo isto, o PC apresentava cada vez mais jogos incríveis – tais como Doom, que nos agraciou com sua chegada em 1993.

Criado pelo estúdio id Software (hoje anexado à Bethesda, de Fallout e The Elder Scrolls), Doom não veio para fazer marola: mesmo com gráficos pixelados, o esforço do time de arte foi total para trazer uma incrível violência sangrenta. Inimigos explodindo em pedaços de carne e poças de sangue em grande estilo ao som do puro “Révi Meral” – sem dúvidas este foi o carro chefe do jogo quando este chegou às prateleiras.

Mas também não podemos nos esquecer da polêmica premissa do jogo, que era combater os demônios do inferno (aquele cristão mesmo, com o Lúcifer chifrudo e seus capetinhas amestrados). Desta forma, Doom também tornou-se célebre por trazer uma enorme quantidade de referências satânicas espalhadas pelos estágios como pentagramas, totens de cadáveres dilacerados, escrituras em sangue e todo o tipo de criatura infernal que você pudesse imaginar.

Desnecessário dizer que a combinação de violência + satanismo chamou bastante a atenção do pessoal errado, que naquela época era constituído por grupos conservadores sempre prontos a ladrarem o quanto os videogames poderiam influenciar negativamente os jovens gamers. Assim sendo, Doom sofreu pesadas críticas advindas principalmente de organizações cristãs, que gostavam de referirem-se a ele como sendo um “simulador de assassinato em massa”.

Com o passar dos anos, ainda que a censura tenha afrouxado um bocado, a mácula deixada sobre o título de Doom jamais desapareceu e o fez tornar-se mais um capítulo lamentável na história da marginalização dos videogames – caça às bruxas que muitos outros jogos (como Diablo e Carmageddon) também sofreram.

Felizmente, o jogo até hoje é muito mais lembrado por sua enorme qualidade, tanto no departamento técnico quanto no da diversão. O estilo shooter arcade de Doom é sem dúvida alguma um dos mais dinâmicos e rápidos dentre todos, cativando muitos fãs de ação a empenharem-se na exploração dos muitos cenários em busca dos famosos segredos para completar o jogo com 100%. Baita desafio!

Com o remake lançado em 2014 pela id Software, a popularidade de Doom novamente voltou ao topo: não foram poucos os que sentiram aquela vontade de revisitar o clássico antes ou após refestelarem-se na versão luxuosa para as plataformas atuais. Mas convenhamos que, quando se trata de retrogaming, a coisa é bem mais “crocante” e gostosa!

Prepare a escopeta, abasteça a serra elétrica e vamos nós rumo ao reino infernal em busca de salvação à raça humana – isto à base de muito heavy metal, chumbo quente e baldes de sangue!

Dia (muito) ruim para ser Marine em Marte

Como habitualmente começamos, vamos abordar a trama como primeiro ponto. E o que temos por aqui? Será que encontraremos alguma originalidade? Ora, mas é claro que não!

A trama de Doom é tão curta que pôde ser descrita por completo em uma página e meia do manual que acompanha o jogo, mas vamos tentar descrevê-la o melhor possível: em um futuro não muito distante, cientistas e militares enviam uma expedição à Marte com objetivos ultra-secretos. Aproveitando o ambiente árido e desprovido de vida, eles começam a realizar experimentos perigosos os quais não teriam condições de conduzirem na Terra – e logo a coisa toda vai para os quintos dos infernos.

Os tais experimentos visam aprimorar a tecnologia de teletransporte, e são feitos nas luas-satélite de Marte por estarem apresentando “anomalias e grande instabilidade”. Em duas destas luas – Deimos e Phobos – os infelizes realizam uma façanha desastrosa: criam um portal direto para o inferno, e imediatamente centenas de demônios começam a atravessar a nova passagem e invadir as instalações da UAC (Union Aerospace Corporation), entidade multi-planetária e paramilitar que conduzia as pesquisas.

Após confirmada a morte de todo os pesquisadores e militares nas instalações invadidas pelos demônios, uma operação de resgate e contenção é montada pela UAC. O jogador assume o papel de um soldado de elite renegado (cujo nome é omitido para que ele possa representar quem o controla), que até então estava preso por desacatar uma ordem direta de seu superior que o obrigaria a abrir fogo contra civis. Ele é imediatamente libertado, integrado ao time de busca, e parte junto a eles para as instalações ocupadas como uma verdadeira bucha de canhão.

Lá chegando, o esquadrão principal prossegue a explorar o interior do local enquanto o soldado controlado pelo jogador recebe ordens de assegurar o perímetro. Mas como já era imaginado, após algumas horas toda a comunicação com a equipe de assalto dentro das instalações cessa, e nosso Marine logo saca uma realidade cruel: ele é o último sobrevivente da operação! E como desgraça pouca é bobagem, ele não é capaz de operar sozinho a nave que os trouxe àquele amaldiçoado pedaço do inferno. Sua única chance de salvação é adentrar a base por conta própria e encontrar o equipamento de teleporte para fugir de Phobos… Agora imagine o tamanho da enrascada.

Matar demônio todo dia traz saúde e alegria

Doom é exatamente aquela experiência de tiro em primeira pessoa dinâmica e veloz como antigamente estava tão na moda: não dá para aumentar o zoom da mira, a movimentação é bem solta e a jogabilidade flui na pegada de Arcade. Se você gosta de seus jogos de tiro o mais realistas possível (tipo Battlefield e Call of Duty), pode tirar o cavalo da chuva porque em Doom a coisa toda é deliciosa e absurdamente mentirosa e exagerada.

O jogador pode somente atirar e pular, então esqueça qualquer dinâmica de combate – como arremessar granadas, operar veículos e afins – além desta premissa simples. Como objetivo, o nosso desafortunado Marine precisa encontrar o maior número possível de armas pesadas e munições para combater os demônios, ao mesmo tempo que deve coletar coletes/armaduras e poções de vida/kits de primeiros socorros para proteger o próprio couro do dano inimigo.

Aliás, é nos armamentos que está a verdadeira estrela D’alva de Doom. A variedade de matadoras de cramunhões é muito boa, indo da simples pistola à lendária BFG9000 (extra-oficialmente conhecida como “Big Fucking Gun”, literalmente). No entanto, muitas das armas mais poderosas não são nada fáceis de serem adquiridas – e quando finalmente são adicionadas à coleção, o duro vai ser encontrar munição para as danadas. Sendo assim, para economizar seus ferros e deixa-los prontos à situações de emergência, por muito tempo o jogador se verá relegado a usar uma combinação de serra-elétrica (para os inimigos mais fáceis), pistola e a clássica carabina.

Confira a lista completa de armamentos do jogo na sequência. Ah, e toda vez que você imaginar este arsenal ser “muito exagerado”, tenha em mente que do outro lado da mira estão as crias do inferno mais tenebrosas que se pode imaginar:

  • Soco inglês: com você desde o início, e completamente não recomendado para situação alguma! Acredite, qualquer coisa é melhor para sua sobrevivência que dar muquetadas nos inimigos – inclusive dar meia volta e correr pra valer!
  • Pistola: seu armamento padrão e melhor amiga durante os primeiros estágios do jogo, já que a grande maioria dos inimigos sucumbe após uns poucos disparos desta capetinha. A oferta de munição para ela é das maiores, o que constitui mais um bom motivo para usa-la preferencialmente;
  • Serra-Elétrica: encontrada logo no comecinho da jornada, a afilhada do Leatherface é razoavelmente boa contra os inimigos iniciais, mas não vai muito além disso. Em caso de absoluto desespero (tipo, quando TODA a sua munição esgotar-se), tente usar a serra na estratégia “Bater e Correr”;
  • Calibre .12: se a pistola é sua melhor amiga no início do jogo, sua amizade com esta belezinha aqui se estenderá por muito mais tempo, pode ter certeza! Com poder de fogo mais que decente, ela é econômica e muito efetiva contra muitos perigos. Usando-a sabiamente, os chamados “momentos de desespero” serão muito menos freqüentes;
  • Espingarda cano-duplo: pegue o poder da calibre .12 convencional, multiplique por dois e tcharans! Eis aqui uma arma que os demônios tremem só de ver. À queima-roupa, a espingarda devasta quase qualquer criatura em um piscar de olhos – porém ela pode acabar com sua munição bem rápido se você não maneirar;
  • Metralhadora giratória: sinta-se um verdadeiro Exterminador do Futuro com o poder de fogo desta diaba, que mói vítimas com grande facilidade e a uma distância mais que segura. Mas vá com calma, porque não será sempre que você vai “tropeçar” em munição extra para este pequeno canhão das maravilhas!
  • Metralhadora de plasma: um pouco menos rápida, porém mais forte que a giratória convencional. Arma adequada para combater aquele desafio casca-grossa, pois seu poder de fogo é muito bom para ser desperdiçado em qualquer alvo. Quando pintar aquele grupo de inimigos super-fortes, lembre-se desta metralhadora de plasma e sinta a felicidade;
  • Lança-foguetes: mas que diabos de jogo de tiro estaria completo sem um destes? O poder de destruição devastador deste lança-foguetes exige que o desafio enfrentado seja grande, então deixe-a na manga somente à espera daquele confronto com um chefão ou perigo equivalente. Só não esteja perto do alvo quando atirar, ou é você que vai dessa pra melhor rapidinho;
  • BFG9000: encontrá-la é seu maior objetivo e desafio – e se precisar dizer mais sobre esta anomalia da tecnologia militar futurista, deve bastar mencionar que esta desgraçada pode aniquilar a grande maioria dos inimigos encontrados em Doom com apenas um único disparo. Descrição suficiente para seus instintos assassinos?

Além destes brinquedos de guerra mencionados, Doom também conta com outros power-ups especiais para auxiliar ainda mais na sua batalha contra as hostes infernais. Como estas esferas de energia conferem habilidades verdadeiramente incríveis, a duração de seus efeitos é limitada. Dentre estes poderes citados estão clássicos como a invencibilidade temporária, invisibilidade e o devastador Berserk, capaz de transformar até seus punhos fraquinhos em armas letais!

Geralmente, estes power-ups únicos são encontrados em áreas secretas. Câmaras ocultas, passagens secretas, paredes destrutíveis e outros estratagemas sempre são encontrados por cada estágio, e o percentual de extras encontrados durante a etapa é mostrado pelo sistema assim que este é finalizado. Dito isto, boa sorte para fechar o jogo com 100% em todas as fases!

No cardápio do Inferno, você é o especial do dia!

O desafio de Doom é ajustável, e pode variar de uma experiência inicial em jogos de tiro a “Put* que pariu, não jogo esta merd* nunca mais!” – ou seja, tem treta boa para todos os gostos.

A nomenclatura utilizada para os níveis de dificuldade são um espetáculo a parte, e integram o charme de humor negro tão especial que o jogo destila à vontade: do mais fácil para o mais pedreira, temos os seguintes (e hilários) níveis de dificuldade:

  • I’m too young to die (Sou jovem demais para morrer): considerado o modo do mamão com açúcar, aqui os inimigos são menos resistentes e o jogador recebe somente a metade do dano normal;
  • Hey, not too rough (Vai com calma!): nível de dificuldade normal, sem alterações no gameplay. Fique esperto, pois o jogo não vem configurado para começar automaticamente neste nível!
  • Hurt me plenty (Me machuque bastante): nível difícil, onde os inimigos causarão 25% de danos extras ao jogador. Este é o nível já programado para que o jogo comece, então se quiser começar mais de leve, não se esqueça de alterá-lo;
  • Ultra-Violence (Ultra-violento): a coisa aqui complica bastante, já que os inimigos causarão o dobro dos danos e serão muito mais resistentes que o normal. Bom para enfrentar quando já tiver a manha do Marine;
  • Nightmare! (Pesadelo!): se o seu negócio é descartar o mel e mastigar o zangão vivo, aqui você estará em casa: além das características observadas no modo Ultra-Violence, neste verdadeiro pesadelo o jogo ainda será mais rápido e inimigos já mortos retornarão após poucos segundos. Também pode esquecer as mamatas, pois nenhum código funcionará neste modo!

Escolhido em quais trilhos este trem de sangue vai correr solto, é bom já saber o que você vai encontrar pelos corredores das instalações UAC, povoados por monstros dos mais detestáveis. Chegando a este assunto, podemos dizer que a variedade de pesadelos é grande: demônios surgirão no seu caminho em diferentes tamanhos, tonalidades e sabores.

Os mais freqüentes serão os soldados zumbis, outrora militares que defendiam as instalações e que agora vagam como cascas vazias para espíritos malignos e desprovidos de qualquer piedade caso o avistem. Se de início eles já são problema o bastante, não vai demorar muito até que outros terrores muito piores surjam: é aqui que damos as boas-vindas à verdadeiros ícones de Doom como os Imps (atacam a distância com bolas de fogo), Demons (quando em bandos, cuidado!), Cacodemons (infames “almôndegas demoníacas”), Lost Souls (caveiras flamejantes voadoras e irritantes) e tantos outros. Além destes, temos ainda os temíveis chefes Spider Mastermind, Cyberdemon e Hell Barons… Mas para que estragar a surpresa e descrever tais pesadelos?

Como se não bastassem os inimigos, os cenários de Doom estão ainda repletos de armadilhas potencialmente mortais como alçapões com lanças, poços de ácido/lava e outras coisinhas mais. Um passo em falso enquanto explora ou combate as crias do inferno e você pode acabar vítima de algum destes perigos sem nem saber o que te aconteceu. No entanto, alguns segredos do jogo estão protegidos por armadilhas como estas, e você terá de encontrar um meio de passar por elas para chegar ao prêmio sem esticar as canelas.

Departamento Técnico – É o capeta em forma de disquete!

Para sua época, Doom não pode ser descrito como menos que uma verdadeira obra prima de seu estilo. Absolutamente tudo o que era necessário para manter jogadores de variadas idades diante do monitor estava lá, com alguns destes elementos ainda esbanjando exuberância.

Os gráficos de seu Marine, do rosto que serve como indicador para sua vida às mãos manuseando o arsenal enquanto se dispara ou recarrega, são muito bem trabalhados e convincentes. Os inimigos monstruosos também dão show de detalhamento e variedade, enquanto toda a ação acontece de forma fluída e em boa velocidade. Há poucos quadros de animação tanto no caso do protagonista quanto dos demônios, mas isto não chega a interferir na experiência.

Já o cenário e ambientação são dignos de filme de terror de baixo orçamento, mas com aquele glamour dantesco tão nostálgico e familiar ao pessoal mais velho. Prepare-se para ver muito sangue espirrando e carne sendo despedaçada após um belo tiro de escopeta, bem como uma decoração macabra aqui e ali – como o que restou dos cadáveres da equipe de assalto (que te deixou segurando vela na entrada da base no início do jogo) espalhados como adornos de alguma festa hardcore de Halloween.

A parte sonora também dá show de valer o ingresso, com muitos efeitos realistas que embalam a exploração e combates contra a turma do enxofre. Tiros apresentam sons diferentes para cada arma, explosões possuem profundidade e ressoam corretamente pelo ambiente, gritos e grunhidos de inimigos diversos vindo para o ataque ou morrendo dolorosamente deixam aquela sensação de morte por toda a parte… Fãs de um bom terror sangrento não terão nada o que reclamar por aqui.

Em mais um capítulo de “As músicas de videogame que marcara época”, temos aqui alguns verdadeiros clássicos da bossa infernal. Embora o jogo ainda coubesse em disquetes, o que não o permitia capacidade de áudio de CD, a qualidade das composições é de alto nível e puxa bastante para o heavy metal. As trilhas são em sua maioria rápidas e combinam bem com o ritmo do jogo, que quase sempre é frenético entre uma correria aqui e um tiroteio ali. Se você já jogou ou pretende experimentar o recente remake de Doom para a geração atual de consoles, vai ter um belo contraste entre as canções originais e as revisitadas.

Resumindo: se a trama não tem nada demais, os controles, gráficos e som de Doom garantem a diversão para amantes dos jogos de tiro clássicos. Sem mais!

24 anos descendo o chumbo no Cabrito Satânico

O tempo passa… O tempo voa… E a poupança Bamerindus continOSSA, de onde eu desenterrei isso?!?

Pois é, quem diria que Doom já tem tanto tempo de vida? Tá certo que muitos outros jogos que apresentamos aqui são até mais velhos que este, porém se você resgatar artigos em revistas de videogame antigas e ler sobre o quanto este game foi chocante e inovador para sua época, dá até certa vertigem ao sabermos que o tempo parece realmente voar. Hoje em dia, um jogo precisa de bem mais que isto para chocar uma geração, porém Doom fez isso muito bem com sua sanguinolência digitalizada, urros demoníacos e danças do pentagrama invertido. Responda com sinceridade: este é o tipo de jogo que você não se importava de deixar seus pais saberem que você estava jogando?

Ainda hoje, este petardo da id Software é capaz de dar lá seus sustos e trazer tensão com seu gameplay intenso e surpresas bem desagradáveis – quem nunca abriu uma porta e deu de cara com uma sala enorme e com mais inimigos do que foi capaz de contar em um golpe de vista, que atire a primeira pedra. Só por momentos como este, Doom mais do que vale mais alguns momentos de sua atenção… Ou então que você finalmente lhe dê uma chance, pois em nossa humilde opinião, já passou da hora!

No entanto, ao contrário de meus outros reviews até aqui, este jogo eu não aconselho à criançada ainda muito jovem – existem outros títulos do estilo bem bacanas e menos chocantes pra meninada começar a brincar. Mas se você já sabe das coisas, então já sabe que deve deixar o terço e a água benta de lado – estes capetas aqui só conhecem um tipo de exorcismo: chumbo quente!

Vídeo

Atenção: o longplay à seguir refere-se à versão The Ultimate Doom, que trata-se do game tradicional com a adição de um pacote extra que acrescenta um quarto episódio de nove níveis chamado Thy Flesh Consumed. The Ultimate Doom chegou ao mercado em abril de 1995, e foi lançado como incentivo às novas vendas da versão em CD do jogo base.

The Ultimate Doom (PC): Longplay – Fonte: World of Longplays

Dicas

Para desfrutar dos horrores de Doom sem esquentar com sua dificuldade, basta apertar a tecla que abre o campo de digitação do console (confira no Options qual o comando referente a “Open Console” para informações) e entrar com códigos que listaremos a seguir. E lembre-se: estes truques não funcionam na dificuldade Nightmare!

  • DDQD — Invencibilidade permanente
  • IDBEHOLDI — Invisibilidade temporária
  • IDBEHOLDR — Resistência temporária contra radiação
  • IDBEHOLDSBerserk temporário pra detonar geral
  • IDBEHOLDA — Automapa temporário
  • IDBEHOLDV — Invencibilidade temporária
  • IDBEHOLDL — Iluminação temporária
  • IDKFA — Completa a vida, munição, armas, armadura e coleta todas as chaves
  • IDFA — Completa a vida, munição, armas e armadura
  • IDCHOPPERS — Adquire a serra elétrica
  • IDCLEVxx — Pula para o estágio desejado. Substitua os dois “xx” por um número entre 01 e 19
  • IDMYPOS — Mostra sua posição atual no mapa
  • IDMUSxx — Toca uma música que escolher. Substitua os dois “xx” por um número entre 01 e 19.
  • IDSPISPOPD — Atravessa as paredes, mas cuidado: isso pode causar o travamento do programa!

 

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