Salve Veiarada!
Todos nós aqui curtimos games, certo? Mas e se eu te dissese que você pode construir seus próprios jogos?! Calma, calma.... não estou dizendo pra você chutar seu patrão e largar a escola pra virar um game designer.
Juntos poderemos aprender mais, seja para desenvolver nossos jogos como um hobby ou mesmo para ter bala na agulha pra poder descer a lenha naquele jogo preguiçoso que foi lançado com preço de triple A. E ai que tal? Se a ideia de aprender mais sobre o desenvolvimento de jogos pareceu bacana então fica de olho no site que a coluna tá só começando! Chega de introduções e bora pro tema de hoje que é: Game Engines.
Unity 3D – A mais versátil das engines. Dá pra usar ela na construção de qualquer gênero, 2D ou 3D, pra mobile ou console. São dezenas as plataformas para a qual essa ferramenta pode exportar. Exige conhecimento em linguagens de programação que pode ser C#, JavaScript e Boo (variação do Python). Por ser a engine que eu uso no trabalho, se houver o interesse posso fazer alguns tutoriais sobre.
Unreal – O ponto forte desta é engine é sem dúvida seus gráficos espetaculares, sério, parece magia a forma como ela consegue renderizar tantos objetos simultaneamente e em tempo real. Ideal para jogos 3D, principalmente FPS e ação em geral mas particularmente, acho ela meio travada para a maioria dos gêneros.
Construct – Engine ideal para quem tem aquela ideia de jogo retrô 2D de plataforma. Esse software é muito, muito simples de mexer e com ajuda dos exemplos que ele disponibiliza dá pra ver um protótipo funcionando dentro de poucas horas de uso. Interessante para hobbystas com pouco tempo para aprender e não tão ideal para quem quer fazer jogos realmente profissionais.
Sendo usuário do Unity desde sua versão beta, acho que não consegui deixar de transparecer meu amor pela engine e desdém pelas concorrentes, mas não leve minhas palavras tão a sério! Todas são realmente boas no que se propõe a fazer e tem jogos no mercado para provar que nada é impossível.
Como tudo começou
Naquele passado remoto conhecido como nossa infância, videogames como o Super Nintendo e o Mega Drive possuiam um poder de processamento tão baixo que o código por trás dos nossos saudosos games tinham de ser escritos do zero, otimizados para cada mecânica. Além do mais, eram usadas linguagens de programação de baíxissimo nível como o Assembly que, botando em termos simples, é como se ao invés de termos que pisar no acelerador para fazer o carro andar, tivéssemos de ativar cada função do motor individualmente e no tempo certo para não afogar o carro ou explodir esse motor. É... não era moleza.
Onde você vê códigos em assembly só vejo loiras, morenas, rui... é... só código mesmo :(
Felizmente esses tempos das trevas ficaram para trás e hoje após muito sangue de programador ter sido derramado em oferta aos deuses da linguagem de máquina, finalmente surgiram linguagens de mais alto nível como C#, Javascript, Python que permitem que o desenvolvedor veja resultado muito mais rápido e que nossos jogos tenham funções muito mais complexas em termos de mecânica e inteligência artificial. Ok, mas o papo não eram game engines? Sim! É exatamente nesse ponto da história que a evolução das linguagens permitiu que o código dos jogos se tornasse mais flexível e que suas funções básicas pudessem ser reutilizadas. Uma engine nada mais é do que uma base na qual seu jogo será construído, servindo de intermediária entre o que você quer que o jogador veja exibido na tela e as funções de hardware necessárias para que isso aconteça.Conheça as Engines atuais
Existem muitas engines no mundo lá fora mas, separei 3 que são de fácil acesso e podem se adequar melhor ou pior dentro do seu próximo projeto de jogo. O resumo que eu botei aqui embaixo é bem enxuto mas posso detalhar (e ensinar como se usa) em posts futuros:
Unity 3D – A mais versátil das engines. Dá pra usar ela na construção de qualquer gênero, 2D ou 3D, pra mobile ou console. São dezenas as plataformas para a qual essa ferramenta pode exportar. Exige conhecimento em linguagens de programação que pode ser C#, JavaScript e Boo (variação do Python). Por ser a engine que eu uso no trabalho, se houver o interesse posso fazer alguns tutoriais sobre.
Unreal – O ponto forte desta é engine é sem dúvida seus gráficos espetaculares, sério, parece magia a forma como ela consegue renderizar tantos objetos simultaneamente e em tempo real. Ideal para jogos 3D, principalmente FPS e ação em geral mas particularmente, acho ela meio travada para a maioria dos gêneros.
Construct – Engine ideal para quem tem aquela ideia de jogo retrô 2D de plataforma. Esse software é muito, muito simples de mexer e com ajuda dos exemplos que ele disponibiliza dá pra ver um protótipo funcionando dentro de poucas horas de uso. Interessante para hobbystas com pouco tempo para aprender e não tão ideal para quem quer fazer jogos realmente profissionais.
Sendo usuário do Unity desde sua versão beta, acho que não consegui deixar de transparecer meu amor pela engine e desdém pelas concorrentes, mas não leve minhas palavras tão a sério! Todas são realmente boas no que se propõe a fazer e tem jogos no mercado para provar que nada é impossível.


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